segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

A Distorção dos Sentidos e a Transcendência dos Desejos

Do ensaio "A Distorção dos Sentidos e a Essência dos Desejos"
Photo: Aivan Moura
Sublime vida que habito em mim. Desejos insanos se esvaem e tocam a realidade de um mundo submerso em cinza. Um mundo de sentidos não sentido, de desejos indesejados, de uma realidade distorcida em sua própria realidade.
Sinta, viva, deseje. Deseje ser você em seu próprio reino de pensamentos, deseje que seja teu o seu eu. Esse, o maior desejo do meu desejo que não me contive em ceder.
Meus sentidos que distorcem a visão de quem vê e não enxerga, de quem não compreende o indesejado, de quem é apenas prisioneiro de si mesmo.
Amante da liberdade, saio de mim para compreender o mundo, volto para mim e não compreendo a mim mesma. Compreendo em mim os meus desejos, compreendo em mim o que enxergo e não compreendo porque a vida não é apenas vida.
Vida minha, que seja minha enquanto dure. A magnitude de meus desejos em mim se reconfortam, e através de mim transformam a amarga realidade cinza em um playground colorido.

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